 Pais de diferentes gerações são assaltados por dúvidas clássicas e muito procedentes… O andador favorece ou prejudica o bebê? Qual é o calçado mais indicado para as crianças? Serei tachativo na resposta para a questão do andador. O andador não é indicado, pois compromete o desenvolvimento psicomotor da criança. Para entender melhor o que isso significa, basta pensar que durante o processo de crescimento, o bebê passa por etapas fundamentais para o desenvolvimento motor e neurológico. Ao engatinhar e explorar o ambiente, a criança está desenvolvendo todo um conjunto de músculos e vivenciando sensações importantes para o seu crescimento. O andador elimina todas essas etapas e ainda faz com que a criança “caminhe” na ponta dos pés, correndo o risco de deformar a estrutura óssea da perna. |
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 No último domingo do mês (30/11), a partir das 10 horas, o Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança mostrará movimentos do andar que ajudam a manter a saúde física e emocional. O ortopedista dr. Fabio Ravaglia, presidente do Instituto Ortopedia & Saúde, ministrará a palestra “Formas de andar e bem-estar”, esclarecendo benefícios da atividade física na prevenção de doenças e na melhoria da qualidade de vida. O evento, organizado pelo Instituto Ortopedia & Saúde, realizará também exames gratuitos de densitometria óssea de calcanhar, glicemia, colesterol, baropodometria, medição da pressão arterial e avaliação postural. |
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 A ânsia de nos manter em constante movimento, um dos males do mundo moderno, tem trazido efeitos colaterais para toda a sociedade e, nesse contexto, para as crianças. Não raro vemos a garotada com a agenda lotada de atividades que nada têm a ver com a qualidade de vida. Mais do que isso, acompanhamos casos de crianças vítimas de doenças de adultos como, por exemplo, a obesidade e o estresse. Como o fenômeno é amplamente divulgado, uma legião de pais erra ao impor uma prática exagerada de exercícios na rotina de crianças com menos de oito anos. |
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 A experiência com o atendimento a idosos em consultórios e hospitais me provou que a qualidade de vida na terceira idade – ou melhor idade – está estreitamente ligada à manutenção da saúde. Diante desse desafio, a prevenção a doenças ortopédicas, que têm grande incidência entre os maiores de 60 anos, mostra-se importante para garantir que a longevidade alcançada pela humanidade seja também sinônimo de saúde. |
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Estamos vivendo mais. No Brasil, os idosos são quase 15 milhões, o equivalente a 8,6% da população. A projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é que nos próximos 20 anos a população com mais de 60 anos ultrapasse a marca dos 30 milhões. O fenômeno global pode ser comprovado por números sem precedentes – em 1950 a população mundial de idosos era de 204 milhões; em 1998 alcançou os 579 milhões de pessoas e em 2050 será de 1,9 milhão. O aumento da expectativa de vida da população sempre nos remete à pergunta: como garantir a qualidade de vida nessa fase?. Trata-se de uma questão muito pertinente, sobretudo em datas como o Dia Internacional do Idoso, comemorado em 1º de outubro e parte do calendário oficial das Organizações das Nações Unidas (ONU).
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